sexta-feira, 27 de abril de 2007

das coisas que não se explicam . Parte III

dez passos. respira.
sobre a gola do casaco até o pescoço.
Respira fundo.
Fecha os olhos e espera que toda a luz que os olhos guardaram escureça...
caminha sem ver. sente o calor do sol e o vento frio pela espinha.
sorri.

(crianças gordas adoram o frio)


Bebum

Amy Winehouse, bêbada cantando um clássico do fornicador de criancinhas:



Ela cancelou dois shows em Londrespor que caiu do salto numa bebedeira qualquer e quebrou os dentes (centro-avantes). Juvenil anti-herói é essa mina!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Ela gosta do “Chão”

Nunca havia prestado muita atenção nela. Na correria vemos muita gente e acabamos não prestando muita atenção em ninguém de fato. Sempre tem aqueles que a gente não vai com a cara, ou aqueles simpáticos que sempre agradecem quando entregamos a sacolinha de compras. As vovós são sempre as melhores, “Obrigado meu filho, fique com Deus” – elas dizem. E as mais generosas dão gorjeta, que aceito por educação e porque preciso mesmo. Alias as gorjetas estão muito raras hoje em dia.

Um dia veio ela, movendo-se com dificuldade com suas muletas. Era uma senhora branca, olhos claros, bochechuda e com nariz fino. Daquele tipo que fica rosa e depois vermelho quando alguém fala um palavrão.Tinha um sotaque carregado que eu achei graça logo de cara, quando ela perguntou pra operadora de caixa “Quanto Teu?”. Segurei o riso. Ela escorou-se no check-out equilibrou as muletas em um braço e com o outro fuçava na bolsa marrom procurando dinheiro. Empacotei tudo. Era um volume grande de coisas. Instintivamente perguntei “A senhora quer que leve as compras?”. Geralmente esse pessoal fica ofendido quando oferecemos ajuda, sei lá, acho que sentem pena deles mesmos e acham que estamos taxando-os de inválidos. Ela sorriu e ficou rosa. Tinha dentes grandes e bonitos. “Sim, poTe ser”. Pus as compras no carrinho e esperei que ela passasse a frente, aos pulos com suas muletas.

Falamos pouco. Ela me disse que se chamava Helga. Eu fiz sinal com a cabeça. Somos orientados á falar muito pouco com os clientes. Quando estávamos chegando no prédio, ela perguntou meu nome. Ergui a cabeça e olhei paras suas bochecas vermelhas e olhos azuis, “João, me chamo João”. Ela fez um “hum” e chamou o elevador de serviço. Entrei com o carrinho e esperava que ela fosse pelo elevador social, mas Helga subiu comigo. Tu tem quantos anos? Sorri tímido e disse, “tenho dezesseis”. Ela assentiu com a cabeça novamente. Pulando, abriu a porta do elevador para que eu passasse e foi em direção ao número trezentos e dois. Era um apartamento bonito, bem organizado, poucos móveis e um cheiro ótimo de limpeza. Ajudei a desfazer as sacolas, dirigi-me até a porta e batendo as mãos nas calças meio sem jeito, disse “Bom, até a próxima, então”. Ela me olhou e disse “Espera aí menino” – tirou cinco reais do bolso e me deu. Sorri, agradeci e fui pelo elevador de serviço com o meu carrinho de entrega.

Nos outros dias nem lembrei mais da Helga. Era rotina, 15 entregas por dia, em média. O que não era rotina era uma gorjeta tão gorda assim. Pouco mais de uma semana depois ela apareceu comprando poucas coisas. Cumprimentei e empacotei suas compras. Eram quase 18h e eu estava de saída, era uma sexta-feira e não tinha absolutamente nada pra fazer. Ofereci-me para levar suas compras e ela aceitou. Como eram poucas coisas, nem levei o carrinho. No caminho, Helga disse, sem uma conversa anterior para introduzir o assunto, “eu tenho trinta e cinco e trapalho num panco”. Segui o protocolo e balancei a cabeça afirmativamente. Chegamos e ajudei a desfazer as sacolas. Ela já me esperava na porta quando ia para casa. Ela não me deu gorjeta dessa vez, mas me olhou rosa e sorridente “quer um refri?”.

Aceitei. Ela serviu dois copos e me ofereceu um. Deslocou-se até a sala e me chamou. Largou as muletas no sofá e sentou-se. Receoso, fui ao encontre dela bem lentamente, com o copo de refrigerante na mão. Sem rodeiros ela disparou “Perdi a perna num acidente de carro quando tinha tua idade”. Claro que eu havia notado, mas nem fiquei pensando naquilo. A perna esquerda estava representada só até o joelho. Dali pra baixo era vazio. Resmunguei alguma coisa. Foi o bastante para ela desatar a falar sobre a vida. Disse muitas coisas... seus pais eram de origem alemã e fugiram da guerra, morreram quando era mocinha ainda e ela ficara sozinha com aquele apartamento. Falou que sempre deu duro pra poder se sustentar, já que não tinha ninguém, e ainda por cima não tinha uma das pernas para facilitar.

Ela falava as coisas com seu sotaque durão e engraçado, não reclamava, era leve e divertida. Não propriamente bonita, mas interessante a tal da Helga. De repente, o assunto é cortado e eu estava no meio de uma risada das boas, mostrando meus dentes grandes que tanto me envergonham. Ela ficou séria e eu congelei. Ela pegou suas muletas e moveu-se até o sofá na sua frente onde eu estava. Como estava, permaneci. Cara de susto e olhos arregalados. Ela sentou, com a nádega e perna direita em diagonal a mim, a perna faltante dava a estranha impressão de estar ali, balançando. Eu conseguia enxergar uma canela e um pé imaginário. Passou a mão pela minha camisa e desceu ligeira para minhas calças de uniforme. Maldito oxford, que não me deixava disfarçar a ereção galopante que se apresentava. Me beijou e me conduziu numa estranha dança que até então só conhecia pela tevê, pelas revistas e pelos amigos da vila que me zoavam me chamando de “cabação”.

Fazer o que? Eu era com certeza a figura mais estranha que conhecia. Magro, alto, negro-noite, cabeça fina, dentes grandes, olhos enormes, pés desajeitados. As cocotas da vila não me tinham nem como última opção. E pagar para ter sexo, na minha cabeça era tirar atestado de incompetência. Ia deixar acontecer. Algum dia aconteceria. Aconteceu com uma alemã meio esquisita de trinta e poucos anos, perneta. Mas isso não importava muito. Enquanto ela se mexia em cima de mim, passava as mãos sobre suas coxas. Minha mão esquerda seguia o movimento até seu pé. A outra ia até o joelho, afinava o movimento para as dobras da amputação e seguia livremente até a canela e pé imaginário, que só eu via. Ela pareceu entender a situação e riu, vermelha como ela só... Ela disse “Tu não existe Chão”.

Fui muitas outras vezes na casa da Helga, algumas até fora o horário de serviço. Daí usava o elevador social, ainda que o porteiro, que já me conhecia, sempre me olhasse como um cão que late pra um mendigo. Mas como eu levava flores, ele não falava nada. Ela era legal e me divertida, me dava refrigerante e sexo. A única coisa que me chateava na Helga não era a ausência da perna, mas sim o fato de ela nunca conseguir falar meu nome direito. Depois de algum tempo, me acostumei a ser o “chão”.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

correndo atrás do rabo

sinto-me bem com volume de coisas pra fazer.
Sinto um prazer estranho em ter o corpo dolorido e cansado, em dormir pouco, pensar muito, tentar o novo sem medo. Ler, estudar, planejar, desejar...
Pra ser perfeito só precisava de dinheiro aliado a tudo isso.

Repeat
"Boa noite, este é o programa do espetáculo de hoje. Celulares desligados por gentileza", foi mais ou menos essa a frase que repeti cerca de mil vezes na noite de ontem. Era o conCerto da Ospa em Cachoeirinha. Estava bonito. Ganhei o dia quando uma senhora abriu o sorriso ao receber o programa e disse "Que bom que consegui estar aqui. Que bom que esse momento lindo existe". É foda a falta de opção cultural da nossa gente. Nossa falta de acesso cultural. Aposto que a novela não fez falta pra pelo menos 500 das quase mil pessoas que estiveram lá ontem a noite.

A massa corporal
Sou um bolo de carne que muitas vezes nem lembra da própria aparência e dimensões corporais. Falta do habito de usar o espelho. Ontem fiz uma pequena experiência de exposição. Figurei num video promocional da Tópaz que deve ser lançado em alguns meses. Estou louco pra ver-me na tela. É interessante a diferença da impressão que temos de nós mesmos e as impressões que os outros têm de nós. É um aprendizado longo e cruel tentar descobrir sinceramente o que pensam de nós, ou como nos percebem, porque a percepção dos outros com relação a nós, é de certa forma, produto do que emitimos, verbal e gestualmente. Me fiz entender?

Cãibra no pé
ando com mania de listas... lista do que gosto e o que não gosto, etc...
coisas que não gosto, em ordem de importância:

1. baratas
2. desigualdade social
3. cãibra no pé

(será que tenho chance com miss?)

Poucas linhas

- fiz 6 acertos em 10 na prova de espanhol que veio encartada no Magazine do Jornal O Globo. ainda é pouco =/

- Los Hermanos de férias: minha banda preferida tira férias por tempo indeterminado. Nunca mais vou ter uma banda preferida pra não correr o risco de que ela tire férias e me deixe digamos assim, "na mão".

- Uma pesquisa feita pela Harris Interactive aponta que os GLB (gays, lésbicas e bissexuais) ficam mais tempo na internet que os heteros. Essa pesquisa não serve, a princípio pra muita coisa. Mas dá pra ver que tem apelo comercial bem intenso. Já que esse mercado também consome mais e melhor (em termos de dinheiro investido) do que o público hetero. É, dinheio é dinheiro, quem for preconceituoso ficará pobre!

- Ganhei a Rolling Stone sulamericana (alias, valeu Jeff pelas revistas e discos). Vi que o Al Gore está planejando um Live Earth, aos moldes do Live Aid e que o Rio de Janeiro será palco de uma maratona de shows. Mesmo esquema, shows em vários lugares do mundo, pra engordar a conta bancária de uma Ong, no caso a do Gore, pra "proteger a terra dos males do aquecimento global". Não importa que cara e propostas, eles sempre serão sem-vergonha!

quinta-feira, 19 de abril de 2007

agora André estuda economia

André mudara muito. Era um jovenzinho promissor. Andava sempre bem arrumado e de gel no cabelo, fazia economia. Economia é um cursos de moços sérios. André era sério, usava terno e gravata, tinha gestos comedidos e era educado. Ganhava um salário de fome mas estava sempre na estica, com seus sapatos impecavelmente engraxados. Lembrava pouco aquele menino bobão de cinco anos atrás. Naquela manhã, André que havia esquecido de como era, iria lermbrar. Fatalmente lembraria.

Saiu apressado com gel segurando seu topete ao vento. Viu de relance Gabriela, que passava na calçada. Ia para o trabalho também, com calça azul de uniforme, bem justa ao corpo, uma sandália preta e uma blusa branca meio transparente com o logo de uma empresa. André figiu não ver e tomou seu rumo. Na pressa resolveu não pensar na moça. Inevitável: embarcou no ônibus e sentou-se. Na parada seguinte Gabriela embarca. Sem ter o que fazer, André deu um "oi" e sorriu sem exagero, como bom estudante de economia. Ela acenou com a cabeça, sentou-se na outra coluna de bancos e cruzou as pernas. Irresistível: André fitou as coxas de Gabriela, que pareciam magras mas generosas, tinham jeito de ser bem durinhas. Descendo pelas coxas com os olhos, viu que sua sandália preta era comum, nem feia nem bonita, mas que tinha pés delicados e bonitos. No geral o sandália não prejudicava nada. André parou de olhar, tentou não pensar.

Pensou: os inícios sempre fogem da memória. André só lembrava de estar enxergando tudo em ondas, e via Gabriela com o peito nu. Ela não era propriamente bonita, mas era bem jeitosinha. Tinha pele clara, dentes pequenos, nariz fino e grande e orelhas de abano. André pouco ligava, não estava em condições de escolher.
Gabriela parecia um passarinho caído do ninho e olhava tudo passiva com olhos arregalados. Tinha peitos gordinhos e delicados. André passava a mão por sua pele buscando concentração. "André, eu sou virgem" - ela falou. André tentou sorrir. Era só uma contração mínima do seu rosto. Num momento de extremo heroísmo conseguiu articular palavras tortas, "camisinha, já volto". Tirou a própria camiseta, pura demostração de testosterona, e foi se arrastando pela parede tentando descer as escadas. Tropeçou nos dois últimos degraus. Caiu com a cabeça no chão. Ergueu os olhos e viu a porta do banheiro. Arrastou-se até lá e instalou-se com a cabeça no vaso. Era uma figura patética de uma beleza triste. Boiavam por lá, pedaços de carne e arroz do carreteiro que havia comido horas antes.
Gabriela foi pra casa virgem.

André voltou a olhar pra Gabriela e seus peitos pareciam bonitos pela transparência da blusa do uniforme. A cara de Gabriela continuava feia, mas André se arrependeu. Afinal de contas Gabriela continuava jeitosinha e ele virgem.

A difícil missão

Post rápido para lembrar: meter-se na pele de outro é difícil missão.
Quando o negro angolano de terreiro, choroso de bantu desafia os limites do corpo e explode em cor e balanço, o caldo engrossa.


terça-feira, 17 de abril de 2007

Cafeína

Dia de acordar cedo.
Corrida: 30 minutos. Estou bastante enferrujado.
Banho. Café da manhã líquido.
Leituras: estava lendo um recorte do Clarín, e fiquei impressionado que tudo se parece muito. Não só na forma quanto no conteúdo. Todos os jornais são meio padronizados hoje em dia.

Maldita cafeína. Se eu bebesse café preto, tenho a impressão de que eu morreria. Tomei um chimarrão e fiquei tremendo a manhã toda. Certamente tenho algum problema metabólico com cafeína.

Dia feliz para o Will que está fazendo aniversário hoje. Um grande garoto de quem eu gosto muito e conheço desde que usava cabelo a la chitãozinho e Xororó no início dos 80... sim, isso quer dizer Mullet!

Perigo: Você sabia que na China os Blogs sofrem censura de conteúdo e linguagem? Sim, existem cerca de 30 mil pessoas treinadas, pagas pelo Governo pra dizer, o que você pode ou não escrever no seu bloguxo. Quando a censura é aberta e tem força de lei a coisa fica bem assustadora. O que acham?


Ouçam Amy Winehouse - Back to Black, mas bebem com moderação.

sexta-feira, 13 de abril de 2007

chá

A Lara é muito discreta. Ri baixo, é envergonhada, não fala palavrão, odeia que as meninas fiquem mexendo com ela nas festas. Bebe com moderação, Tem medo de gatos e sempre que possível me convida pro chá das 5.




NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOTTTTTTTTT !

quinta-feira, 12 de abril de 2007

nada

Aquele foi o dia em que encontrei o nada.
Era quase primavera e por acaso estava em casa, doente.
E também por acaso ela resolveu passar por aqui. Soubera que eu não estava lá muito bem.
Ela entrou trazendo um silêncio pesado e o vento fresco da rua. Calado abri a porta, beijei sua bochecha sem muita emoção. Virei as costas e olhei-a parada na porta. Entra - eu disse, e fiz sinal com a mão. Deitei na cama e esperei que ela chegasse. Fiz minha melhor cara de "quanto tempo, o que tem feito da vida". Não deu muito certo. Ela me olhava ainda em silêncio. Mexeu nos cachos das pontas dos cabelos olhou as fotos na parede - certamente notou a ausência das fotos que conheceu em outros tempos. Disse algumas coisas do tipo "estou muito bem agora, bla bla bla". Acho que ela tentou fazer a sua melhor cara "sou forte, moderna, independente e muuuuuito feliz". Acho que a cara dela foi tão convincente quanto a minha. Puro teatro. Resolvi passar por aqui, fazer uma visita - ela falou. Sei - eu pensei, mas balancei a cabeça afirmativamente num gesto de boa educação e agradecimento. Na hora pensei que aquilo era um teste. E quando percebi a situação, notei que estava tudo perdido. Mais dois minutos de conversa fiada e ela disse que tinha que ir. Balancei a cabeça novamente, peguei minha chave e levei-a até a porta do prédio. No caminho o silêncio confirmava todas as minhas teorias. No portão, um abraço frio. Ela virou as costas, pôs as mãos no bolso do casaco e caminhou sem olhar pra trás uma única vez. Eu? Eu fiquei olhando até que ela sumisse pela calçada. Foi a primeira vez que senti o nada.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

data apropriada

No suplemento de variedades do jornal O Globo do dia 1º de Abril, li um "perfil" do surfista-marrento-que-pagou-de-estrategistas-bom-moço-alemão.
No final das contas, depois de dizer que tem ascendente em Áries(?), tem mania de roer unha, e que seu prato preferido é Lasanha (justificando os 94 kg) ele fala que doaria 10% do prêmio para alguma instituição de caridade. Veremos... a data da matéria é BEM apropriada pra uma pegadinha, não?



Korn acústico?
Sim, lá vem aquele papo de que acústico é fim de carreira e tal... alguns são mesmo.
Acho que é o caso do Korn. Existiria banda mais nada-a-ver pra fazer um acústico? Claro, deve ter muitas. O Korn está definitivamente entre elas. Resolvi baixar o disco: credo, bela porcaria. A música Blind na versão acústica me fez lembrar de Roberto Leal (sim, o portuga engraçado e gordinho, dos fados), numa mistura homegênia com os não menos canastrões Eagles. Sofrível.
Depois do Acústico vem os "Ao Vivos". Semana que vem eles devem desembarcar na região metropolitana de Porto Alegre pra gravar o Korn Live @ Arca Pub. Vista-se de preto e corra pra garantir o seu ingresso. Se for, não me convida. Obrigado.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Bloco de notas



Odeio ter tempo livre. Os blocos de nota sofrem na minha!
Ainda bem que mongolice não é crime, se não tava fodido.
Comentários de hoje no bloquinho:
- Guns´n´roses no Brasil? Em Porto Alegre? Imagina que merda!
- 24/3 foi o dia do boicote mundial aos computadores em nem me mandaram um email!
- O Baixista do Pennywise Randy Bradbury, seria neto do Ray Bradbury escritor?
- Só eu que nunca assisti o PoA/RS? E o Pânico na TV?
e mais um monte de observações bem úteis....

(tempo livre é um saco)

Agora todos sabem quem é o Rei

Fublicaram na VOID a pequena homenagem que fiz pro meu Amigão Areia ontem.

Clica aqui pra conferir

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Rei

Areia, a criatura mais doce que já conheci. Um sujeito de coração puro e simples como o de uma criança. Reza a lenda, que o apelido veio de uma calça bege atolada na bunda, que ele usava na pré-adolescência. Nossa ébria amizade começou no final de uma festa. Em pouco tempo percebi que o figura tem uma capacidade incrível de fazer novos amigos. Ele circula facilmente pelos mais diversos ambientes sociais sem perder suas amáveis características. Sempre agregando novas amizades como uma galinha que aninha os pintinhos sob as asas. Estabanado que só, sempre quebra alguma coisa - parece que tem duas mãos esquerdas. O Rei Areia, inventa expressões e coreografias que são rapidamente absorvidas por seus seguidores, (que não são poucos). Seus exagerados hábitos etílicos lhe rendem histórias fabulosas que até ele mesmo duvida. Não é difícil encontra-lo dançando alegremente numa festa, vestindo apenas cueca e um par de adidas velhos. Mas por mais que faça besteira, ninguém fica de mal com ele. Todos sabem que o Areia é especial. Sorte minha tê-lo por perto. Vida longa ao Rei.

sábado, 7 de abril de 2007

Emo, eu?

Fiz um teste pra ver se sou EMO. Deu negativo, mas acho que estou de quarentena hahaha.
Alguém aí se arrisca?
(o link tá no título do post)

Resultado do meu teste:
"Você aparenta ser uma pessoa normal,
porém, EMOtiva, às vezes,
você age de forma suspeita.
Talvez faça isso porque acha engraçado.
Não vou lhe chamar de emo, mas também
não vou lhe classificar como normal."

Achei uma coisinhas sobre emos no youtube =p

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Pimp my music

Acho que alguém "pimpou" uma música por aí:

Sério, respeitei muito a cocota canadense pelo humor fino.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

boletinha pra todos nós

Bi-polar, seria uma gíria nova de gauchês para pedir duas Polar ao mesmo tempo?
Gostaria que fosse! Da onde esse bando de bunda-mole tirou que bipolaridade é cool. É só pra poder tomar boleta e ficar sem culpa se agarrar um traveco!

O resfriado está indo embora e eu estou BEEEEMMM feliz.






segunda-feira, 2 de abril de 2007

( )

febre
dor na garganta
cabeça explodindo
capacidade de concentração limitada
sonhos em loop
maxilar dolorido

Segunda feira