quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O golpe do ano?

Ontem, antes de pegar no sono e ir saculejando a cabeça no metrô indo pra faculdade, lia uns recortes de jornal, acho que do Globo, nem sei.

Comentavam sobre a sacadinha esperta do Radiohead em disponibilizar o disco novo, "in Rainbows", inteiramente pela internet, com valor atribuído pelo próprio fã.

Bôa. Algumas pessoas são cara de pau e vão querer baixar de graça, e pondem - o que é bom sinal. A sacadinha está justamente aí, a banda se populariza de forma absurda (como se precisasse mais popularidade), fica bem na fita como os caras que quebraram o paradigma da nova distribuição de música, (que começava a se desenhar agora), e ainda juntam uma graninha, que realmente é o que menos na história toda.

Os chorões por aí estão perplexos, "mas como? O Radiohead oferece músicas em qualidade de audio inferior (160 kbps), e quem dá o preço é o usuário? Isso é uma jogada monstruosa para pegar os que se sensibilizam com a 'boa ação'".

1º Oferecem: Diz-se por aqui que de cavalo dado, não se olham os dentes. Se é o usuário mesmo que vai pagar, bueno, atribua então um preço baixo, simbólico, ou nada!
Eles não estão te obrigando a consumí-los.

2º Se acha absurdo, faça o esforço de não consumir o Radiohead. Pronto...

3º Mas se o seu negócio é achar absurdo e mesmo assim querer consumir, ora, baixa o disco todo na internet... é questão de tempo. Mas não vai ficar rapinando como o pessoal da Folhateen fez no dia 15/10 "É certo que o cd bônus vai estar ilegalmente na internet logo, logo". É velha mania que alguns têm de querer tirar vantagem de tudo. Por isso que certas iniciativas não dão certo. Paciência...

Não tem muito mistério:
As gravadoras perdem espaço e receita com venda de discos. Devem associar-se aos artistas e faturar junto com distribuição e venda de Shows, como está fazendo a antiga Sony que trocou de nome. E mesmo assim, sempre vai ter o cara apaixonado pela banda que quer ter o cd, encarte e etc. No caso, para esse lançamento, o Radiohead vai disponibilizar um cd bônus, livreto e dois vinís, por cerca de R$ 150.

Tem espaço pra todo mundo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

três minutos de absurdo!

Lidinha rápida na editoria "internacional" do Jornal do Comércio de Porto Alegre, página 20, dia 24 de outubro. Notinha de 3 minutos para ler.

"Iraque: Exército admite morte de civís em bombardeio em Bagdá."

Começam os horror quando se segue lendo a matéria, que dá conta de que 11 pessoas morreram bombardeadas por helicópteros de guerra, porque os pilotos SUSPEITARAM QUE ELES PLANTAVAM MINAS TERRESTRES. Na dúvida, atira, é a conclusão mais óbvia.

O absurdo segue quando uma Porta voz do exército admite a morte de alguns civís, suspeitos de implantar explosivos no chão. Uma menina, dizendo uma merda dessa. Ela segue sugerindo que a culpa pelas mortes foi dos próprios iraquianos, que se refugiaram numa casa enquanto eram bombardeados e acabaram gerando mais mortes, pois o bombardeio seguiu cada a dentro. Sim, eles deveriam ficar parados enquanto helicópteros de guerra atiravam contra suas vidas? Segue o absurdo quando a mesma monstrinha, Peggy Kageleiry, afirma que alguns dos mortos tinham idade para serviço militar, concluíndo-se assim, que eram insurgentes. Putaquepariu, vai ter amor a pátria no inferno!

Não é só: a porta-voz dos heróis afirmou que os mortos colocavam em risco a vida de inocentes, pois eram suspeitos de plantar bombas. Faz algum sentido isso? Suspeito é diferente de culpado. Eles não estavam colocando bombas, pelo que parece, pois um policial iraquiano que ajudou a remover os corpos, disse que se tratavam de professores de uma escola local que faziam algum trabalho ligado a terra no momento. Números não defendidos pela militar, apontam que os mortos eram 8 crianças e 4 mulheres. alem dos tais homens que pela idade só podiam ser milicos armados até os dentes contra os defensores da democracia no Iraque.

Dá pra sacar quanto horror cabe em uma notinha de jornal lida em menos de 3 minutos?
Eram bombas ou não eram bombas o que os professores e crianças plantavam na terra?
Pouco interessa, agora eles já mataram mesmo. Assim como as armas nucleares que justificariam a entrada dos EUA no Iraque que nunca encontradas, as tais minas terrestres serviram de desculpa para gastar cartucho dos helicópteros em gente que mexia na terra.

Nem gosto muito de ler essas coisas, porque isso acontece todo dia e tem mais tudo aquilo que nem vai pro jornal... quanto tempo faz que essa praga está "libertando" o Iraque? Reze sempre pra manter uma distância considerável desses heróis do Mundo cão.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

as nanicas

ontem encontrei as anãs supostamente lésbicas no meu caminho novamente. Senti muito medo daquela que tem um sorrisão afetado que parece causado por uma força maior e dá a impressão de que mesmo que estivesse triste, não conseguiria trancar aquele sorriso banguela e assustadoramente feliz. Dizia alguma coisa que não consegui entender, pois ela estava com a boca escancarada... notei apenas o ar saindo fluente da boca sem dentes da pequena. A outra andava mais rápido, na frente . Tinha as pernas menos cambotas e não arrastava atrás de si o carrinho com as papelões. De onde elas vêm? Pra onde vão? Porque eu sempre as encontro? Seria um sinal? Que tipode sinal estranho seria?
Começo a ter medo das nanicas. Será que foram elas que roubaram a calota dianteira da roda do carro da minha mãe pra fazer malabar no sinal? Seria verdade oque dizem, que elas foram abandonadas pelo circo onde trabalhavam, depois de o Leão Tobias, seu colega de elenco, ter recusado as pobres nanicas para a refeição?

Preciso de respostas!

terça-feira, 29 de maio de 2007

O Rei voltou!

Já declarei minha sincera amizade ao Rei Areia neste modesto Blog. Já enviei o texto para o site da Revista VOID, que insiste em não me contratar como estagiário de RP, mas sem galho...
Não bastando, resolvi disponibilizar para donwload uma imagem que pode ser usada de papel de parede ou pode ser estampada em uma camiseta para levar o Rei com orgulho nos passeios dominicais.

Vida longa ao Rei Areia, o melhor dos Amigos!

sexta-feira, 25 de maio de 2007

duas coisas e um comentário qualquer

1º ela gosta do emocore!

2º Fabrício Carbonera, /ponc. Parabéns pelos 21 aninhos de pouco juízo. Abração sócio.
Dessa... ô menina, 25 hein... parabéns! 82 comanda o/


E não é que os meus dias ficam mais bonitos quando chega o frio? Rá!

quinta-feira, 24 de maio de 2007

o outro eu

achei um disco que não ouvia ha tempos e levei pra ouvir no carro.
É um disco com formato estranho. É a representação de um favo de mel, formado por 7 pedaços de papel grosso em forma hexagonal. Faz sentido, o disco chama-se Colmena (Colméia). Letras bonitas, com um pézinho na revolução, dá um pouquinho de vergonha de cantar na frente dos outros.

"No pierdan la fe.
Sí un che nuevo no aparece
a mostrarnos el camino.
arma la rebelión
para que las cosas si sucedn
y destraben la justicia
al fin. al al fin. al fin! "
Calles


Uma das que mais gosto diz assim:

Hoy aprendi
que no se vuelve atras
despues de cruzar
las barreras
en medio de la nada
si nada qe perder
hoy aprendi
que no se debejuzgar
a nadie por lo que es
(...)
dame un abrazo. necesito un abrazo.
mi arma nueva es mas efectiva
dame tuas manos. olvido el passado
viviendo el presente
(...)

hoy aprendi

Então, não dá uma vergoinha? É daquelas coisas que a gente pode gostar e não dizer pra ninguém...

Acho que nem o cara do vídeo aí de baixo tem solução pra isso

terça-feira, 22 de maio de 2007

anda bem

Dia cor de tempestade, percorro longas distâncias em silêncio.
Corpo cansado, preocupado com a falta de grana, como futuro. Uma ardência de fome. Minha alimentação anda ruim, o sono é pouco. Espinhas e ansiedade.

Anãs bêbadas passam por mim rindo com a boca banguela. Prendi atenção ali, era um casal. Como se não bastasse a estranheza de encontrar anãs (um par), estavam bêbadas e eram lésbicas. A vida anda bem estranha, mas anda.

Divido todo meu longo tempo entre um otimismo bobo e uma realidade estática. Penso em viajar e em como tenho sorte. Penso em comprar coisas, morar sozinho, ter um gato. Realmente tenho sorte, o grêmio vence toda vez que vou ao olímpico, quase tudo da certo. Gosto de ser abraçado e sentir aquele cheiro que tenho quase certeza só eu sinto. Ando bem sorridente e levo quase tudo numa boa... ar de chuva e cor cinza, mas tudo anda bem.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

ALISTE-SE

O TOPAZFANZ é a nova ferramenta de relacionamento da banda Tópaz para agradar, cativar, alisar, emocionar, divertir e envolver seu público. No site, você lê o singular contrato, alista-se e concorre a material exclusivo, brindes, promoções, ingressos para shows e mais um monte de mimos fornecidos pela Tópaz. Sim, isso é bem bacana.

Vale a pena...

sexta-feira, 27 de abril de 2007

das coisas que não se explicam . Parte III

dez passos. respira.
sobre a gola do casaco até o pescoço.
Respira fundo.
Fecha os olhos e espera que toda a luz que os olhos guardaram escureça...
caminha sem ver. sente o calor do sol e o vento frio pela espinha.
sorri.

(crianças gordas adoram o frio)


Bebum

Amy Winehouse, bêbada cantando um clássico do fornicador de criancinhas:



Ela cancelou dois shows em Londrespor que caiu do salto numa bebedeira qualquer e quebrou os dentes (centro-avantes). Juvenil anti-herói é essa mina!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Ela gosta do “Chão”

Nunca havia prestado muita atenção nela. Na correria vemos muita gente e acabamos não prestando muita atenção em ninguém de fato. Sempre tem aqueles que a gente não vai com a cara, ou aqueles simpáticos que sempre agradecem quando entregamos a sacolinha de compras. As vovós são sempre as melhores, “Obrigado meu filho, fique com Deus” – elas dizem. E as mais generosas dão gorjeta, que aceito por educação e porque preciso mesmo. Alias as gorjetas estão muito raras hoje em dia.

Um dia veio ela, movendo-se com dificuldade com suas muletas. Era uma senhora branca, olhos claros, bochechuda e com nariz fino. Daquele tipo que fica rosa e depois vermelho quando alguém fala um palavrão.Tinha um sotaque carregado que eu achei graça logo de cara, quando ela perguntou pra operadora de caixa “Quanto Teu?”. Segurei o riso. Ela escorou-se no check-out equilibrou as muletas em um braço e com o outro fuçava na bolsa marrom procurando dinheiro. Empacotei tudo. Era um volume grande de coisas. Instintivamente perguntei “A senhora quer que leve as compras?”. Geralmente esse pessoal fica ofendido quando oferecemos ajuda, sei lá, acho que sentem pena deles mesmos e acham que estamos taxando-os de inválidos. Ela sorriu e ficou rosa. Tinha dentes grandes e bonitos. “Sim, poTe ser”. Pus as compras no carrinho e esperei que ela passasse a frente, aos pulos com suas muletas.

Falamos pouco. Ela me disse que se chamava Helga. Eu fiz sinal com a cabeça. Somos orientados á falar muito pouco com os clientes. Quando estávamos chegando no prédio, ela perguntou meu nome. Ergui a cabeça e olhei paras suas bochecas vermelhas e olhos azuis, “João, me chamo João”. Ela fez um “hum” e chamou o elevador de serviço. Entrei com o carrinho e esperava que ela fosse pelo elevador social, mas Helga subiu comigo. Tu tem quantos anos? Sorri tímido e disse, “tenho dezesseis”. Ela assentiu com a cabeça novamente. Pulando, abriu a porta do elevador para que eu passasse e foi em direção ao número trezentos e dois. Era um apartamento bonito, bem organizado, poucos móveis e um cheiro ótimo de limpeza. Ajudei a desfazer as sacolas, dirigi-me até a porta e batendo as mãos nas calças meio sem jeito, disse “Bom, até a próxima, então”. Ela me olhou e disse “Espera aí menino” – tirou cinco reais do bolso e me deu. Sorri, agradeci e fui pelo elevador de serviço com o meu carrinho de entrega.

Nos outros dias nem lembrei mais da Helga. Era rotina, 15 entregas por dia, em média. O que não era rotina era uma gorjeta tão gorda assim. Pouco mais de uma semana depois ela apareceu comprando poucas coisas. Cumprimentei e empacotei suas compras. Eram quase 18h e eu estava de saída, era uma sexta-feira e não tinha absolutamente nada pra fazer. Ofereci-me para levar suas compras e ela aceitou. Como eram poucas coisas, nem levei o carrinho. No caminho, Helga disse, sem uma conversa anterior para introduzir o assunto, “eu tenho trinta e cinco e trapalho num panco”. Segui o protocolo e balancei a cabeça afirmativamente. Chegamos e ajudei a desfazer as sacolas. Ela já me esperava na porta quando ia para casa. Ela não me deu gorjeta dessa vez, mas me olhou rosa e sorridente “quer um refri?”.

Aceitei. Ela serviu dois copos e me ofereceu um. Deslocou-se até a sala e me chamou. Largou as muletas no sofá e sentou-se. Receoso, fui ao encontre dela bem lentamente, com o copo de refrigerante na mão. Sem rodeiros ela disparou “Perdi a perna num acidente de carro quando tinha tua idade”. Claro que eu havia notado, mas nem fiquei pensando naquilo. A perna esquerda estava representada só até o joelho. Dali pra baixo era vazio. Resmunguei alguma coisa. Foi o bastante para ela desatar a falar sobre a vida. Disse muitas coisas... seus pais eram de origem alemã e fugiram da guerra, morreram quando era mocinha ainda e ela ficara sozinha com aquele apartamento. Falou que sempre deu duro pra poder se sustentar, já que não tinha ninguém, e ainda por cima não tinha uma das pernas para facilitar.

Ela falava as coisas com seu sotaque durão e engraçado, não reclamava, era leve e divertida. Não propriamente bonita, mas interessante a tal da Helga. De repente, o assunto é cortado e eu estava no meio de uma risada das boas, mostrando meus dentes grandes que tanto me envergonham. Ela ficou séria e eu congelei. Ela pegou suas muletas e moveu-se até o sofá na sua frente onde eu estava. Como estava, permaneci. Cara de susto e olhos arregalados. Ela sentou, com a nádega e perna direita em diagonal a mim, a perna faltante dava a estranha impressão de estar ali, balançando. Eu conseguia enxergar uma canela e um pé imaginário. Passou a mão pela minha camisa e desceu ligeira para minhas calças de uniforme. Maldito oxford, que não me deixava disfarçar a ereção galopante que se apresentava. Me beijou e me conduziu numa estranha dança que até então só conhecia pela tevê, pelas revistas e pelos amigos da vila que me zoavam me chamando de “cabação”.

Fazer o que? Eu era com certeza a figura mais estranha que conhecia. Magro, alto, negro-noite, cabeça fina, dentes grandes, olhos enormes, pés desajeitados. As cocotas da vila não me tinham nem como última opção. E pagar para ter sexo, na minha cabeça era tirar atestado de incompetência. Ia deixar acontecer. Algum dia aconteceria. Aconteceu com uma alemã meio esquisita de trinta e poucos anos, perneta. Mas isso não importava muito. Enquanto ela se mexia em cima de mim, passava as mãos sobre suas coxas. Minha mão esquerda seguia o movimento até seu pé. A outra ia até o joelho, afinava o movimento para as dobras da amputação e seguia livremente até a canela e pé imaginário, que só eu via. Ela pareceu entender a situação e riu, vermelha como ela só... Ela disse “Tu não existe Chão”.

Fui muitas outras vezes na casa da Helga, algumas até fora o horário de serviço. Daí usava o elevador social, ainda que o porteiro, que já me conhecia, sempre me olhasse como um cão que late pra um mendigo. Mas como eu levava flores, ele não falava nada. Ela era legal e me divertida, me dava refrigerante e sexo. A única coisa que me chateava na Helga não era a ausência da perna, mas sim o fato de ela nunca conseguir falar meu nome direito. Depois de algum tempo, me acostumei a ser o “chão”.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

correndo atrás do rabo

sinto-me bem com volume de coisas pra fazer.
Sinto um prazer estranho em ter o corpo dolorido e cansado, em dormir pouco, pensar muito, tentar o novo sem medo. Ler, estudar, planejar, desejar...
Pra ser perfeito só precisava de dinheiro aliado a tudo isso.

Repeat
"Boa noite, este é o programa do espetáculo de hoje. Celulares desligados por gentileza", foi mais ou menos essa a frase que repeti cerca de mil vezes na noite de ontem. Era o conCerto da Ospa em Cachoeirinha. Estava bonito. Ganhei o dia quando uma senhora abriu o sorriso ao receber o programa e disse "Que bom que consegui estar aqui. Que bom que esse momento lindo existe". É foda a falta de opção cultural da nossa gente. Nossa falta de acesso cultural. Aposto que a novela não fez falta pra pelo menos 500 das quase mil pessoas que estiveram lá ontem a noite.

A massa corporal
Sou um bolo de carne que muitas vezes nem lembra da própria aparência e dimensões corporais. Falta do habito de usar o espelho. Ontem fiz uma pequena experiência de exposição. Figurei num video promocional da Tópaz que deve ser lançado em alguns meses. Estou louco pra ver-me na tela. É interessante a diferença da impressão que temos de nós mesmos e as impressões que os outros têm de nós. É um aprendizado longo e cruel tentar descobrir sinceramente o que pensam de nós, ou como nos percebem, porque a percepção dos outros com relação a nós, é de certa forma, produto do que emitimos, verbal e gestualmente. Me fiz entender?

Cãibra no pé
ando com mania de listas... lista do que gosto e o que não gosto, etc...
coisas que não gosto, em ordem de importância:

1. baratas
2. desigualdade social
3. cãibra no pé

(será que tenho chance com miss?)

Poucas linhas

- fiz 6 acertos em 10 na prova de espanhol que veio encartada no Magazine do Jornal O Globo. ainda é pouco =/

- Los Hermanos de férias: minha banda preferida tira férias por tempo indeterminado. Nunca mais vou ter uma banda preferida pra não correr o risco de que ela tire férias e me deixe digamos assim, "na mão".

- Uma pesquisa feita pela Harris Interactive aponta que os GLB (gays, lésbicas e bissexuais) ficam mais tempo na internet que os heteros. Essa pesquisa não serve, a princípio pra muita coisa. Mas dá pra ver que tem apelo comercial bem intenso. Já que esse mercado também consome mais e melhor (em termos de dinheiro investido) do que o público hetero. É, dinheio é dinheiro, quem for preconceituoso ficará pobre!

- Ganhei a Rolling Stone sulamericana (alias, valeu Jeff pelas revistas e discos). Vi que o Al Gore está planejando um Live Earth, aos moldes do Live Aid e que o Rio de Janeiro será palco de uma maratona de shows. Mesmo esquema, shows em vários lugares do mundo, pra engordar a conta bancária de uma Ong, no caso a do Gore, pra "proteger a terra dos males do aquecimento global". Não importa que cara e propostas, eles sempre serão sem-vergonha!

quinta-feira, 19 de abril de 2007

agora André estuda economia

André mudara muito. Era um jovenzinho promissor. Andava sempre bem arrumado e de gel no cabelo, fazia economia. Economia é um cursos de moços sérios. André era sério, usava terno e gravata, tinha gestos comedidos e era educado. Ganhava um salário de fome mas estava sempre na estica, com seus sapatos impecavelmente engraxados. Lembrava pouco aquele menino bobão de cinco anos atrás. Naquela manhã, André que havia esquecido de como era, iria lermbrar. Fatalmente lembraria.

Saiu apressado com gel segurando seu topete ao vento. Viu de relance Gabriela, que passava na calçada. Ia para o trabalho também, com calça azul de uniforme, bem justa ao corpo, uma sandália preta e uma blusa branca meio transparente com o logo de uma empresa. André figiu não ver e tomou seu rumo. Na pressa resolveu não pensar na moça. Inevitável: embarcou no ônibus e sentou-se. Na parada seguinte Gabriela embarca. Sem ter o que fazer, André deu um "oi" e sorriu sem exagero, como bom estudante de economia. Ela acenou com a cabeça, sentou-se na outra coluna de bancos e cruzou as pernas. Irresistível: André fitou as coxas de Gabriela, que pareciam magras mas generosas, tinham jeito de ser bem durinhas. Descendo pelas coxas com os olhos, viu que sua sandália preta era comum, nem feia nem bonita, mas que tinha pés delicados e bonitos. No geral o sandália não prejudicava nada. André parou de olhar, tentou não pensar.

Pensou: os inícios sempre fogem da memória. André só lembrava de estar enxergando tudo em ondas, e via Gabriela com o peito nu. Ela não era propriamente bonita, mas era bem jeitosinha. Tinha pele clara, dentes pequenos, nariz fino e grande e orelhas de abano. André pouco ligava, não estava em condições de escolher.
Gabriela parecia um passarinho caído do ninho e olhava tudo passiva com olhos arregalados. Tinha peitos gordinhos e delicados. André passava a mão por sua pele buscando concentração. "André, eu sou virgem" - ela falou. André tentou sorrir. Era só uma contração mínima do seu rosto. Num momento de extremo heroísmo conseguiu articular palavras tortas, "camisinha, já volto". Tirou a própria camiseta, pura demostração de testosterona, e foi se arrastando pela parede tentando descer as escadas. Tropeçou nos dois últimos degraus. Caiu com a cabeça no chão. Ergueu os olhos e viu a porta do banheiro. Arrastou-se até lá e instalou-se com a cabeça no vaso. Era uma figura patética de uma beleza triste. Boiavam por lá, pedaços de carne e arroz do carreteiro que havia comido horas antes.
Gabriela foi pra casa virgem.

André voltou a olhar pra Gabriela e seus peitos pareciam bonitos pela transparência da blusa do uniforme. A cara de Gabriela continuava feia, mas André se arrependeu. Afinal de contas Gabriela continuava jeitosinha e ele virgem.

A difícil missão

Post rápido para lembrar: meter-se na pele de outro é difícil missão.
Quando o negro angolano de terreiro, choroso de bantu desafia os limites do corpo e explode em cor e balanço, o caldo engrossa.


terça-feira, 17 de abril de 2007

Cafeína

Dia de acordar cedo.
Corrida: 30 minutos. Estou bastante enferrujado.
Banho. Café da manhã líquido.
Leituras: estava lendo um recorte do Clarín, e fiquei impressionado que tudo se parece muito. Não só na forma quanto no conteúdo. Todos os jornais são meio padronizados hoje em dia.

Maldita cafeína. Se eu bebesse café preto, tenho a impressão de que eu morreria. Tomei um chimarrão e fiquei tremendo a manhã toda. Certamente tenho algum problema metabólico com cafeína.

Dia feliz para o Will que está fazendo aniversário hoje. Um grande garoto de quem eu gosto muito e conheço desde que usava cabelo a la chitãozinho e Xororó no início dos 80... sim, isso quer dizer Mullet!

Perigo: Você sabia que na China os Blogs sofrem censura de conteúdo e linguagem? Sim, existem cerca de 30 mil pessoas treinadas, pagas pelo Governo pra dizer, o que você pode ou não escrever no seu bloguxo. Quando a censura é aberta e tem força de lei a coisa fica bem assustadora. O que acham?


Ouçam Amy Winehouse - Back to Black, mas bebem com moderação.

sexta-feira, 13 de abril de 2007

chá

A Lara é muito discreta. Ri baixo, é envergonhada, não fala palavrão, odeia que as meninas fiquem mexendo com ela nas festas. Bebe com moderação, Tem medo de gatos e sempre que possível me convida pro chá das 5.




NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOTTTTTTTTT !

quinta-feira, 12 de abril de 2007

nada

Aquele foi o dia em que encontrei o nada.
Era quase primavera e por acaso estava em casa, doente.
E também por acaso ela resolveu passar por aqui. Soubera que eu não estava lá muito bem.
Ela entrou trazendo um silêncio pesado e o vento fresco da rua. Calado abri a porta, beijei sua bochecha sem muita emoção. Virei as costas e olhei-a parada na porta. Entra - eu disse, e fiz sinal com a mão. Deitei na cama e esperei que ela chegasse. Fiz minha melhor cara de "quanto tempo, o que tem feito da vida". Não deu muito certo. Ela me olhava ainda em silêncio. Mexeu nos cachos das pontas dos cabelos olhou as fotos na parede - certamente notou a ausência das fotos que conheceu em outros tempos. Disse algumas coisas do tipo "estou muito bem agora, bla bla bla". Acho que ela tentou fazer a sua melhor cara "sou forte, moderna, independente e muuuuuito feliz". Acho que a cara dela foi tão convincente quanto a minha. Puro teatro. Resolvi passar por aqui, fazer uma visita - ela falou. Sei - eu pensei, mas balancei a cabeça afirmativamente num gesto de boa educação e agradecimento. Na hora pensei que aquilo era um teste. E quando percebi a situação, notei que estava tudo perdido. Mais dois minutos de conversa fiada e ela disse que tinha que ir. Balancei a cabeça novamente, peguei minha chave e levei-a até a porta do prédio. No caminho o silêncio confirmava todas as minhas teorias. No portão, um abraço frio. Ela virou as costas, pôs as mãos no bolso do casaco e caminhou sem olhar pra trás uma única vez. Eu? Eu fiquei olhando até que ela sumisse pela calçada. Foi a primeira vez que senti o nada.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

data apropriada

No suplemento de variedades do jornal O Globo do dia 1º de Abril, li um "perfil" do surfista-marrento-que-pagou-de-estrategistas-bom-moço-alemão.
No final das contas, depois de dizer que tem ascendente em Áries(?), tem mania de roer unha, e que seu prato preferido é Lasanha (justificando os 94 kg) ele fala que doaria 10% do prêmio para alguma instituição de caridade. Veremos... a data da matéria é BEM apropriada pra uma pegadinha, não?



Korn acústico?
Sim, lá vem aquele papo de que acústico é fim de carreira e tal... alguns são mesmo.
Acho que é o caso do Korn. Existiria banda mais nada-a-ver pra fazer um acústico? Claro, deve ter muitas. O Korn está definitivamente entre elas. Resolvi baixar o disco: credo, bela porcaria. A música Blind na versão acústica me fez lembrar de Roberto Leal (sim, o portuga engraçado e gordinho, dos fados), numa mistura homegênia com os não menos canastrões Eagles. Sofrível.
Depois do Acústico vem os "Ao Vivos". Semana que vem eles devem desembarcar na região metropolitana de Porto Alegre pra gravar o Korn Live @ Arca Pub. Vista-se de preto e corra pra garantir o seu ingresso. Se for, não me convida. Obrigado.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Bloco de notas



Odeio ter tempo livre. Os blocos de nota sofrem na minha!
Ainda bem que mongolice não é crime, se não tava fodido.
Comentários de hoje no bloquinho:
- Guns´n´roses no Brasil? Em Porto Alegre? Imagina que merda!
- 24/3 foi o dia do boicote mundial aos computadores em nem me mandaram um email!
- O Baixista do Pennywise Randy Bradbury, seria neto do Ray Bradbury escritor?
- Só eu que nunca assisti o PoA/RS? E o Pânico na TV?
e mais um monte de observações bem úteis....

(tempo livre é um saco)

Agora todos sabem quem é o Rei

Fublicaram na VOID a pequena homenagem que fiz pro meu Amigão Areia ontem.

Clica aqui pra conferir

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Rei

Areia, a criatura mais doce que já conheci. Um sujeito de coração puro e simples como o de uma criança. Reza a lenda, que o apelido veio de uma calça bege atolada na bunda, que ele usava na pré-adolescência. Nossa ébria amizade começou no final de uma festa. Em pouco tempo percebi que o figura tem uma capacidade incrível de fazer novos amigos. Ele circula facilmente pelos mais diversos ambientes sociais sem perder suas amáveis características. Sempre agregando novas amizades como uma galinha que aninha os pintinhos sob as asas. Estabanado que só, sempre quebra alguma coisa - parece que tem duas mãos esquerdas. O Rei Areia, inventa expressões e coreografias que são rapidamente absorvidas por seus seguidores, (que não são poucos). Seus exagerados hábitos etílicos lhe rendem histórias fabulosas que até ele mesmo duvida. Não é difícil encontra-lo dançando alegremente numa festa, vestindo apenas cueca e um par de adidas velhos. Mas por mais que faça besteira, ninguém fica de mal com ele. Todos sabem que o Areia é especial. Sorte minha tê-lo por perto. Vida longa ao Rei.

sábado, 7 de abril de 2007

Emo, eu?

Fiz um teste pra ver se sou EMO. Deu negativo, mas acho que estou de quarentena hahaha.
Alguém aí se arrisca?
(o link tá no título do post)

Resultado do meu teste:
"Você aparenta ser uma pessoa normal,
porém, EMOtiva, às vezes,
você age de forma suspeita.
Talvez faça isso porque acha engraçado.
Não vou lhe chamar de emo, mas também
não vou lhe classificar como normal."

Achei uma coisinhas sobre emos no youtube =p

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Pimp my music

Acho que alguém "pimpou" uma música por aí:

Sério, respeitei muito a cocota canadense pelo humor fino.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

boletinha pra todos nós

Bi-polar, seria uma gíria nova de gauchês para pedir duas Polar ao mesmo tempo?
Gostaria que fosse! Da onde esse bando de bunda-mole tirou que bipolaridade é cool. É só pra poder tomar boleta e ficar sem culpa se agarrar um traveco!

O resfriado está indo embora e eu estou BEEEEMMM feliz.






segunda-feira, 2 de abril de 2007

( )

febre
dor na garganta
cabeça explodindo
capacidade de concentração limitada
sonhos em loop
maxilar dolorido

Segunda feira

sexta-feira, 30 de março de 2007

Treme emocore

Um disco que sempre volta ao player: Los Hermanos, o primeiro de todos.

Tenha dó,
Não mereces o afago,
Nem de Deus nem do Diabo,
Quanto mais da mão que um dia eu dei pra ti
(Tenha Dó)

A melhor de todas é "Quem Sabe" pra cantar aos berros e ter vergonha depois.
Bota qualquer emocore pra tremer.

Vai lá e chora: http://www2.uol.com.br/loshermanos
(aos amigos no carro ontem, se acharem minha voz, por favor, devolvam)

quinta-feira, 29 de março de 2007

agarra as gordinhas

Idade tricolor Saí terça com a minha camisetinha do Grêmio pra assistir o jogo contra o Tolima pela Libertadores. A velha camisetinha com autógrafo do Arci. Faz 12 anos que essa camisetinha me acompanha. E vocês lembram do Arci? Falei isso pro Guinildo e ele me fez pensar: Metade da minha vida até hoje Tô ficando velho, preciso de uma camiseta nova do Grêmio, o Guinildo fala uma coisas bem legais as vezes...

Agarra as gordinhas
A Scarlett Johansson está sendo cotada pra musicais na Brodway. Os produtores dizem que querem aumentar o apelo sexy dos musicais. Pode ser uma boa né? Fiquei supreso, ela não é do tipo Barbie Girl, tem curvinhas e gordurinhas. Seria esse um sinal dos tempos? Os padrões estéticos que nos impõem vão mudar? Vai entrar na moda daqui uns anos ficar com as fofinhas?














Vai tomar no rabo!
Quero ver o filme "O Cheiro do Ralo" deve ser beeem bizarro











Indie não, índio!
Humor péssimo ontem e melhorando hoje. Vou ler minhas revistas e meus recortes de jornal, tchau.

segunda-feira, 26 de março de 2007

um vestido e um amor









Ele vai lançar um disco e um filme novo. Espero ter grana para assitir ao show quando chegar a Porto Alegre.

Essa música é linda:

Te vi... juntabas margaritas del mantel
Ya se que te trate bastante mal,
no se si eras un angel o un rubi
O simplemente te vi.

Te vi, saliste entre la gente a saludar
Los astros se rieron otra vez, la llave de mandala se
quebro
O simplemente te vi.

Todo lo que diga esta de mas,
las luces siempre encienden en el alma
y cuando me pierdo en la ciudad, vos ya sabés
comprender
Es solo un rato no mas, tendria que llorar o salir a
matar.
Te vi, te vi, te vi... yo no buscaba nadie y te vi.

Te vi... fumabas unos chinos en Madrid
Hay cosas que te ayudan a vivir
no hacias otra cosa que escribir
Y yo simplemente te vi.
Me fui... me voy, de vez en cuando a algun lugar
Ya se, no te hace gracia este pais...
Tenias un vestido y un amor... yo simplemente te vi.

Todo lo que diga esta de mas,
las luces siempre encienden en el alma
y cuando me pierdo en la ciudad,
vos ya sabes comprender... es solo un rato no mas,
tendria que llorar o salir a matar...
Te vi, te vi, te vi... Yo no buscaba nadie y te vi.

domingo, 25 de março de 2007

esboço


Outro dia, lendo um livro das fotos do Robert Doisneau, pensei numa foto pra fazer com a Tópaz.
Pra não esquecer, tentei fazer um desenho. Uma bela porcaria meu desenho. Mas no fim das contas a foto até que ficou legal.
É estranho porque essa coisa toda de planejar, ensaiar, rabiscar, vai pro saco na hora...
Assim é com tanta coisa. Já idealizei demais e ainda idealizo, mas estou aprendendo a pensar menos. Assim éu espero.

lista

- achar um tema pro meu anteprojeto (urgeeeeente)
- sair mais com a Lara
- arrumar um emprego
- fazer as fotos que eu pensei
- comprar uma câmera
- ganhar algum dinheiro fazendo coisas divertidas
- escrever mais
- viajar no inverno
- conhecer mais gente divertida e bonita
- voltar pra yoga
- aprender a ficar quieto
- abraçar mais
- cativar pessoas que gosto
- ir ao cinema
- manter os dentes no lugar quando aterrissar

Ouvindo: Amy Winehouse - Back to Black

sábado, 24 de março de 2007

Faz cara de boyband


Quinta feira, 6h30 da manhã: acordei e corri pro banho. As 7h30 encontraria meus amigos de loooooonga data para fazer algumas fotos. Diversão garantida. No dia anterior havia pesquisado algumas locações interessantes e fiz um google em algumas referências. Preocupações de cdf, porque as fotos eram pra ser bem na brincadeira mesmo. O resultado final não me agradou muito, (mas deixo o julgamento para quem encomendou as fotos e pra quem tiver interesse de ver, claro). Mas antes mesmo de fazer as fotos, fiquei algum tempo pensando: porque bandas fazem cara de cachorro abandonado para aparecer nas fotos? Ainda não cheguei a nenhuma conclusão, mas o fato é que por mais que tu peça cara de mau, sempre vai ter cara de meiguxo como resposta.

Aeroporto, ruas da cidade baixa, antiquários, boteco (meu lugar preferido, e que não havia sido planejado). Mais de 300 fotos.

Obrigado aos amigos da Tópaz ( http://www.bandatopaz.com.br ) pelo convite e desculpem a brincadeirinha com "faz cara de emocore". Abração.

As fotos estão no http://www.flickr.com/photos/peza1

tempo livre...

Estar desempregado é uma coisa complicadíssima, não só pela falta de grana, mas pelo fato de ficar em casa. Quanto mais tempo livre as pessoas têm, mas se enrolam com ele e acabam não produzindo nada, ou muito pouco. Alias, que neurose isso de ficar preocupado com o quanto produzimos ou deixamos de produzir. Mas enfim, sinal dos tempos. Fuçando na internet, achei um antigo blog, de cerca de dois anos atrás. Era um período mais ou menos como esse. Estava desempregado, mas com o coração cheio de esperança, tentando ver coisas positivas, me divertindo. Lendo o tal blog com pouco mais de 5 “posts” lembrei de todas aquelas passagens da minha vida. E lembrei que aquele blog era minha segunda tentativa de ter um blog. Do outro eu não achei registro, nem na internet e nem na minha cabeça... o quê eu teria escrito? Acho que não foi nada de importante, se não eu lembraria. Será que toda vez que estiver desempregado e com tempo livre, vou escrever um blog? Não sei até quando terei paciência e tempo para isso, mas por hora estou aqui escrevendo...

Com tempo livre, acabei fazendo algumas fotos. Foi muito divertido. Gostei da experiência e quero repeti-la. Para quem quiser ver, as fotos estão no http://www.flickr.com/photos/peza1 Sugestões e críticas são muito bem vindas.